segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ômega 3 ajuda na prevenção da endometriose

Uma alimentação saudável, rica em ômega 3 (gorduras essenciais para o funcionamento do organismo), e principalmente em peixes, pode representar o melhor caminho para a prevenção a uma doença que causa temor em grande parte das mulheres: a endometriose.


A constatação é da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, que por meio de uma pesquisa mostrou também que mulheres que se alimentam incorretamente, consumindo muitos produtos industrializados que contenham gorduras trans, estão mais expostas à doença.

Segundo a especialista em Reprodução Humana Silvana Chedid, a razão é o fato de o ômega 3 possuir efeito anti-inflamatório, protegendo a cavidade abdominal contra inflamações. “Por isso alimentos ricos nessa gordura, como a sardinha, o atum e o salmão, são totalmente recomendados”, diz.

A endometriose é o crescimento de tecidos da parede do útero (endométrio) fora dele. A menstruação feminina ocorre não apenas para fora do corpo mas também para dentro e isso ocasiona esse crescimento irregular em outros locais do corpo, no estômago ou nos intestinos.
Mulheres com endometriose podem ter a sua fertilidade seriamente comprometida.

Segundo Silvana Chedid os focos crescem estimulados pelo estrogênio - hormônio feminino. “Todos os tratamentos são baseados em medicamentos que inibem a produção desse hormônio”. De fato, a mulher só está totalmente protegida contra o problema durante a menopausa e a gravidez -quando a produção desse hormônio é reduzida.

Cuidados ao comer
Recomendado. Todos os alimentos que sejam ricos em ômega 3, como: Peixes, especialmente o salmão e a sardinha.

Soja. Também são recomendados soja, amendoim, legumes e ervilhas, pois diminuem o acúmulo de estrogênio no organismo.

Frutas. Generosas porções de frutas, legumes e hortaliças, cereais integrais também são um bom caminho

Não recomendado. Qualquer tipo de produto industrializado com alta concentração de gordura.

Frituras. Além das frituras, os embutidos, frios, salames, presunto, creme de leite, biscoitos, chips, bolos prontos devem passar longe de sua dieta.

Refinados. Deve-se evitar, também, o consumo de alimentos ricos em farinha refinada, desprovidos de minerais essenciais e contendo elevado teor calórico.

Açúcar. A ingestão de açúcar, contido em doces e tortas deve ser em menores quantidades e bastante cautelosa.

Fonte:A Gazeta.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Novela vai discutir fertilização in vitro

"Fina Estampa", da Globo, questionará paternidade de crianças geradas a partir de sêmen ou óvulo de terceiros
Na trama, Dan Stulbach é estéril, o que impede a mulher, vivida por Julia Lemmertz, de realizar o sonho de ser mãe

LUIZA SOUTO
DO RIO

Apesar de a fertilização in vitro ter chegado ao Brasil há 27 anos, quando nasceu o primeiro bebê de proveta do país, o tema jamais foi abordado em novelas.
Isso vai mudar a partir do próximo dia 22, quando entra no ar "Fina Estampa", nova novela das 21h da Globo.
"O que me inspirou a abordar o assunto é que ele afeta um número enorme de mulheres que têm mais de 50 anos e que descobriram que podem ter filhos", disse à Folha o autor Aguinaldo Silva.
Na trama, que substituirá "Insensato Coração", Paulo (Dan Stulbach) é estéril, o que impede a mulher, Esther (Julia Lemmertz), de realizar o sonho de ser mãe. Mas o encontro com a médica Danielle Fraser (Renata Sor rah), especialista em fertilidade, irá mudar a vida do casal.
Com a novela, Silva pretende trazer à tona a discussão sobre a paternidade das crianças geradas a partir de sêmen ou óvulos doados por terceiros.
"Como uma mulher fica nove meses com a criança dentro dela, alimentando-a com os próprios fluidos, depois dá à luz, amamenta e essa criança não é dela? Só porque não tem o seu DNA? É dela!", afirma.
Para Stulbach, o DNA é o que menos importa.
"Para mim, quem educa é o pai. Se fosse uma escolha minha entre a pessoa que apenas doou o sêmen e a que cuidou, eu escolho quem educou como pai", diz.
Outra questão levantada por ele é o preconceito que há entre os homens acerca do problema. "Acho que o homem mistura isso com virilidade, mas não tem nada a ver. Infelizmente existe muito homem que tem vergonha de dizer que é estéril."
Mãe de Luiza e Miguel, Lemmertz diz que não sabe se optaria pelo método.
"É uma questão que envolve muita coisa, como religião e ética. Acho que, se fosse no meu caso, eu adotaria, mas não tenho ainda opinião formada sobre o assunto."
Mas a atriz faz coro a Silva e Stulbach quanto a quem são os pais da criança.
"Conversei com meu médico, que tem clínica de fertilização, e ele explicou que, apesar de o óvulo não ser da mulher e o sêmen não ser do marido, a criança herda tudo que está dentro dela. Se a mulher é diabética, isso pode passar para a criança", explica. "E filho é de quem cuida, quem cria", completa.


Fonte: Folha de S. Paulo - SP


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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Poluição: como proteger a sua saúde

   Dá vontade de jogar tudo para o alto e se mudar de vez para uma casa no campo. Mas quase ninguém pode adotar essa saída bucólica para se livrar do ar envenenado, da comida intoxicada e da água contaminada. Veja o que é possível fazer para melhorar a sua vida e a do mundo, aqui e agora :
  
   ESQUENTOU o debate sobre o aquecimento global nos últimos meses. Coube a dois ingleses levantar novosalertas. O cientista James Lovelock lançou um livro, A VINGANÇA DE GAIA, publicado no Brasil pela Intrinseca Editora, no qual afirma que o aumento da temperatura tornará a vida praticamente impossível na Terra por volta do ano 2040. Ex-pesquisador da Nasa, ele é o inventor do aparelho que permitiu detectar o acúmulo do pesticida DDT nos seres vivos e identificar o CFC, gás dos aerossóis, um dos responsáveis pela destruição da camada de ozônio. As duas substâncias foram banidas. Já o economista Nicholas Stern divulgou, em novembro, um estudo encomendado pelo governo do Reino Unido, no qual diz que em 50 anos sentiremos o impacto dos danos à saúde do planeta - ele virá sob a forma de secas, enchentes e furacões. Mesmo que os gases tóxicos caíssem a zero daqui para a frente, o futuro melancólico previsto por Lovelock e Stern não seria totalmente evitado. O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) usou outras medidas para dimensionar o buraco: num ano, o homem consome 25% mais recursos do que o planeta é capaz de repor. Isso significa que nossos netos, em 2050, vão morar numa Terra em colapso, porque seriam necessários mais de dois mundos para suprir tal demanda. Apesar disso, como humanidade continuamos a não enxergar nossa responsabilidade nesse processo.Parece que a culpa é de desastres como o ocorrido em julho passado na marginal do rio Pinheiros, em São Paulo. De fato, é inaceitável que um caminhão trafegue sem cuidado e derrube 8 cilindros do gás t-butil mercaptana, que dá cheiro ao gás de cozinha. A carga, inflamável, produziu náusea e irritação nos olhos até em moradores de bairros vizinhos. Mais longe, na costa do Alasca, em 1989, um navio da maior petroleira do mundo, a ExxonMobil, derramou 41 milhões de litros de óleo no mar. Os prejuízos se estenderam por quilômetros, até hoje causando danos à região. As tragédias, porém, respondem por apenas 5% dos ferimentos impostos ao planeta. Os maiores estragos acontecem silenciosamente, no dia-a-dia, e são provocados por todos nós. Basta lembrar que em outubro foram removidas 86 toneladas de peixes mortos no rio dos Sinos, na região metropolitana de Porto Alegre, vítimas dos resíduos químicos despejados por seis empresas e do esgoto doméstico de 2 mil dutos.Pesam ainda sobre nossos ombros o desmatamento, a falta de replantio, a fumaça das indústrias e dos carros, ônibus e caminhões. Em um ano, a poluição do ar mata 2 milhões de pessoas no mundo. Nas grandes cidades brasileiras, provoca 2,5 mil óbitos, mais do que a aids. Na capital paulista, ela rouba um ano e meio da expectativa média de vida. "É como se o paulistano fumasse de dois a três cigarros por dia", explica Paulo Hilário Saldiva, patologista da Universidade de São Paulo que estuda o impacto dos poluentes atmosféricos sobre a saúde. A poluição provoca inflamações nas vias respiratórias,crises de asma, distúrbios como elevação da pressão arterial, estreitamento dos vasos sanguíneos e redução da capacidade cognitiva em dias de maior concentração. As conseqüências no longo prazo preocupam ainda mais. "Testes sanguíneos indicaram mutações nas células, que favorecem o aparecimento de alguns tipos de câncer, como o de pulmão", afirma o patologista.
  Por essas razões, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou em outubro um documento, quase um puxão de orelha nas autoridades, que precisam planejar medidas preventivas sérias - e para ontem. A solução não é simples e envolve interesses políticos e econômicos. Saldiva, que participou da elaboração do material com outros 79 especialistas internacionais, cita um exemplo: uma análise do impacto ambiental sobre a fauna e a flora é feita antes da construção de uma rodovia, mas a mesma conduta não é adotada para antever os prejuízos da poluição sobre a saúde das pessoas quando uma avenida é duplicada e recebe mais veículos. Foi para chamar a atenção sobre esses fatos que a OMS preparou duas versões do documento, uma para gestores públicos e outra para conscientizar o cidadão. A primeira traz normas para uniformizar os padrões de qualidade do ar no mundo e minimizar o efeito estufa - aumento da temperatura associado à emissão de gases. Uma das normas é a redução dos limites toleráveis de quatro dos principais vilões: material particulado (MP), dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio e ozônio proveniente da queima e evaporação de combustíveis. Se as metas forem atingidas, a morte associada à poluição cairá 15%, ou seja, 300 mil vidas serão poupadas por ano. Para entender melhor tudo isso, tomemos o exemplo do MP, o poluente mais nefasto, presente na fumaça dos veículos, fuligem da queima da cana, vapores das caldeiras industriais e siderúrgicas, na chaminé dos fogões a lenha (só na zona rural brasileira há 8 milhões deles). Nas grandes metrópoles, em média, a emissão do MP tem que ser reduzida a menos de um terço dos níveis atuais.

ÁGUA LIMPA


   Um estudo da Universidade Dalhousie, no Canadá, comprova que um terço dos peixes desapareceu dos oceanos. Da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, vem a informação de que, se não forem tomados cuidados de proteção à água, este será o último século com frutos do mar. Os rios também sofrem, comprometendo o abastecimento das cidades. No Brasil, 90% da população tem acesso à água e 75% a esgoto. O restante está sujeito a fontes contaminadas por defensivos agrícolas, esgoto industrial e doméstico, resíduos de plástico, petróleo e metais pesados. Nesses casos, é preciso pressionar o poder público para providenciar infra-estrutura básica e ampliar a vigilância e a punição sobre empresas. Em casa, você pode tomar algumas medidas: Adote produtos duráveis e recicláveis. Plásticos e descartáveis aumentam o lixo, que polui as águas. Escolha detergentes biodegradáveis, que, ao se decompor, agridem menos. Entregue, na assistência técnica de aparelhos eletrônicos, pilhas e baterias de celular, que contêm metais pesados e contaminam os mananciais.

COMIDA BOA


   O Brasil é um dos cinco maiores consumidores mundiais de fertilizantes e defensivos agrícolas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizou um levantamento em supermercados de 13 estados brasileiros e comprovou que metade das 4 001 amostras de alimentos in natura continha resíduos de agrotóxicos. Por isso, tenha cautela: Prefira alimentos orgânicos e observe se eles carregam os selos que garantem a produção de acordo com técnicas ecológicas. Higienize frutas, verduras e legumes. Parte dos agrotóxicos é eliminada quando você lava e escova as cascas. Alimentos crus devem ficar de molho no vinagre por 15 minutos ou em uma solução de hipoclorito de sódio, à venda no mercado. Privilegie produtos da estação ou compre congelados. As frutas e verduras fora de época recebem o dobro de agrotóxicos para atrasar ou adiantar o período de maturação.

AR LEVINHO


   Na cartilha que a OMS edita para o cidadão, a principal orientação é sobre o uso do carro, o maior responsável pela emissão de gases. Nos últimos 20 anos, houve avanços no Brasil: a indústria criou modelos que emitem até 98% menos monóxido de carbono e a gasolina se livrou de um aditivo tóxico, o chumbo tetraetila. O ar não se torna mais leve porque a frota cresceu e a queima de combustível continua produzindo outros venenos. Mas você pode tomar providências para melhorar o quadro: Guarde um pouco o carro.
   As gerações atuais saem de carro para afastar a depressão, paquerar e ouvir música. Isso precisa mudar. Opte por carona, ônibus ou metrô. Só uma linha de metrô em São Paulo economiza 3 milhões de barris de petróleo por ano. Boa notícia: o primeiro ônibus a hidrogênio, com emissão zero de poluentes, começa a rodar em novembro deste ano, no corredor São Mateus/Jabaquara, na capital paulista. Na hora de comprar, escolha modelos movidos a gás natural, um combustível limpo. O álcool é uma alternativa saudável, mas a um preço alto: para cortar a cana é preciso colocar fogo, e a queimada libera gases. Outra esperança é o biodiesel. O Brasil é líder no desenvolvimento desse combustível, ainda em teste e elaborado com mamona, dendê, soja, amendoim, pequi e girassol. Regule sempre o motor e calibre os pneus. Informe-se antes de migrar para a moto. Ela pode poluir até sete vezes mais, porque, sem incentivos fiscais, nem todos os fabricantes instalaram catalisadores para tratar os resíduos da combustão. Não faça exercícios em ruas de trânsito pesado, pois vai inalar ainda mais poluentes.

RISCO PARA VIDA


   A poluição interfere na geração da vida. Foi o que revelou o Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Uma pesquisa relacionou à dioxina (da queima de borracha) a endometriose, uma das causas da infertilidade feminina, considerada doença moderna. Outros estudos detectaram chumbo no líquido folicular de mulheres que não engravidam e incidência de leucemia entre filhos de homens expostos a agentes tóxicos. Segundo a brasileira Silvana Chedid, especialista em reprodução da clímica Chedid Grieco, esses prejuízos são observados no Laboratório de Poluição Atmosférica da USP, onde ratos em contato com a poluição foram comparados a outros mantidos em câmara com ar purificado. No primeiro grupo, houve maior número de abortos e de filhotes com baixo peso.

Fonte: Revista Claúdia.


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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina

        A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália indica que uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade de uma mulher quanto a obesidade, fazendo com que elas demorem em média dois meses a mais para engravidar.
       Os cientistas apresentaram a pesquisa em uma conferência sobre fertilidade na Suécia. Segundo os pesquisadores, mulheres com gengivas doentes precisaram de sete meses para conceber, comparados com o prazo considerado normal, de cinco meses.
        De acordo com os pesquisadores, a causa pode estar ligada à doença periodontal, caracterizada por inflamação na gengiva. Se esta não for tratada, poderá desencadear uma série de reações capazes de prejudicar o funcionamento normal do corpo.
       A doença periodontal já foi ligada a doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e aborto, além de baixa qualidade do esperma em homens.
      O estudo da Universidade do Oeste da Austrália contou com a participação de mais de 3.500 mulheres.
      Aquelas com problemas de gengiva apresentaram níveis elevados de marcadores para inflamação no sangue.
      De acordo com o líder da pesquisa, Roger Hart, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico.

Fonte: abahianews.com.br/

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Em entrevista ao Programa De Bem com a Vida, a Dra. Silvana Chedid fala sobre a importância dos exames pré-nupciais





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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dá para engravidar depois da menopausa?

Técnica de doação de óvulos representa 30%  dos tratamentos e permite gravidez depois da menopausa

Ter um filho depois dos 50 anos é uma tarefa difícil, porém não impossível, a doação de óvulos represente 30% dos tratamentos das clínicas de reprodução humana, e é mais procurada pelas pacientes menopausadas e que a idade não permite engravidar.
Reconhecida por uma resolução do Conselho Federal de Medicina, a doação de óvulos surge como opção para mulheres já entraram na menopausa ou tem problemas crônicos no ovário.
No entanto, algumas regras devem ser seguidas para a realização da técnica, uma delas é o anonimato que garante a integridade dos direitos da receptora e a doação deve ser feita sem fins lucrativos. Desta forma evita-se que a doadora requeira algum direito sobre a criança.
A Clínica Chedid Grieco especializada em Medicina Reprodutiva, oferece aos seus pacientes os mais atualizados recursos e possui experiência na técnica de ovodoação, que garante o anonimato da receptora.

Fonte: JB Online - RJ


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terça-feira, 7 de junho de 2011

Pesquisadores estudam possível contraceptivo masculino sem esteróides

Composto testado interrompeu produção de espermatozóides sem apresentar efeitos colaterais

Pesquisadores da Universidade Médica de Columbia estão envolvidos em uma pesquisa que pode resultar no primeiro medicamento contraceptivo masculino sem esteróides. O resultado dos testes prévios em camundongos foi publicado na revista científica Endocrinology.
De acordo com o estudo, um composto interrompeu a associação do ácido retinóico, ligado a dieta de vitamina A, com o receptor deste ácido, o que causou esterilidade nos animais parando a produção de espermatozóide. A fertilidade foi restaurada com o fim da administração do composto.
O estudo é um avanço na área, porque os métodos conhecidos que usam esteróides causam efeitos colaterais indesejáveis, como o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e a diminuição da libido, por exemplo.
Mas os resultados ainda precisam passar por revisão, é preciso provar que a administração do medicamento por um longo período realmente não produz efeitos colaterais. Os pesquisadores já estudam uma pesquisa a longo prazo com seres humanos também para saber exatamente como o comporto interfere na fertilidade e se ela é totalmente recuperado com a interrupção do tratamento.

Agência Estado - SP




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